domingo, 16 de outubro de 2016

Viu só: já encontrei agora pouco aqui no Facebook uma certa marca de Refrigerante que começou imitar bem assim: #InterneTchê : Penso que irão imitar esse tal de #InterneTchê E também observo que já encontrei até site imitão do nome do meu blog: INTERNETCHÊ!!!!



CharlesNetto e Meu "Amigo Gaiteiro" do Churrasquinho do Gaúcho
No Link: http://www.churrasquinhodogaucho.com

Fotos de CharlesNetto na Bienal do MERCOSUL.
Penso que irão imitar esse tal de  #InterneTchê 


Fotos de CharlesNetto na Bienal do MERCOSUL
(Representação artística da realidade como é uma Fronteira no Rio Grande do Sul)


Fotos de CharlesNetto na Bienal do MERCOSUL


Fotos de CharlesNetto na Bienal do MERCOSUL
(Mapa do Rio Grande do Sul/BR)


Fonte onde eu também já havia observado isso: QUE QUEM NÃO CONSEGUE SER CRIATIVO APENAS PODE SER UM IMITÃO E TENHO DITTO...

terça-feira, 11 de outubro de 2016

A Delicada | Joca Martins e Juliana Spanevello Web Série Barulho de Campo... Que alegria ter participado deste projeto especial, nesta composição que admiro tanto! Obrigada Joca Martins por valorizar meu canto! Divido com vocês o segundo capítulo da web série #barulhodecampo - A DELICADA. - Com alegria e emoção, trago pra vocês o segundo capítulo da Web Série Barulho de Campo! A DELICADA traz a participação da Juliana Spanevello. Espero que estes versos e esta melodia possam levá-los até os lugares que cantamos com tanto amor e carinho! #barulhodecampo #webseriebarulhodecampo #jocamartins #jocamartins30anos #julianaspanevello

"O Sábio do Mate" Joca Martins e Juliana Spanevello


O Sábio do Mate - Juliana Spanevello
No fundo desse meu mate habita um sábio,
Um velho de barbas brancas que tudo entende...
Das trenas, das longitudes, dos astrolábios;
Encerra tudo o que apaga, tudo o que acende!

Na água - suave remanso - de rio tão largo,
Na erva verde-coxilha virgem de arado;
Procuro a luz do caminho dentro do amargo
No sábio que me responde, mesmo calado...

Pra ele não há segredos, não há mistérios...
Por velho, sovou as rédeas do coração...
Talvez por isso, a lo largo, todo o gaudério
Aceita tantos conselhos do chimarrão!

Quem ouve o sábio do mate, sabe da vida!
Mateia, assim solitário, com toda a calma...
Pois no silêncio do mate, em contrapartida,
Se escuta a voz experiente da própria alma!

Pois dormem dentro da cuia: pialos, bravatas!
A história desta querência em seus alfarrábios,
Sorvida pela memória em bomba de prata...
No fundo desse meu mate habita um sábio!

Um dia vai, outro chega, é esta a jornada...
Começa outro caminho se um chega ao fim...
E em cada mate que cevo na madrugada
O velho sábio se acorda dentro de mim!
Fonte...
https://www.letras.mus.br/juliana-spanevello/1908470/