sexta-feira, 17 de março de 2017

Bah Tchê: Influenciou até no Churrasco Gaúcho quanto - Quanto a Operação Carne Fraca realizada pela Polícia Federal em 17 de março de 2017 #CarneFraca: Assim com carnes podres - Carne Fraca







Quanto a Operação Carne Fraca realizada pela Polícia Federal em 17 de março de 2017 #CarneFraca: Eu já pensaria que o que foi mais abalado tenha sido a Saúde do Povo Brasileiro isso: Será que o Brasil vais indenizar os Brasileiros pelo consumo PODRE, uma vez que Queriam indenizar os Presidiários por estarem apertados no presídios e o POVO agora como fica: Pois os administradores tinham o dever de Zelar pela saúde da População brasileiras e foram omissos não fiscalizando como deviam e deixando ainda que seus Funcionários Públicos Federais se envolvessem em corrupção e aceitando propinas causando um grande dano sem precedentes por mais de dois com carnes podres-Carne Fraca sendo liberados para o consumo humano. E agora que será responsabilizado solidariamente por isso em todos os níveis nas esferas de suas atribuições devido quem teria o dever de agir e não agiu ensejando que fatos dessa natureza viessem em prejuízo do Povo.  

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

The Last Gaucho - O Último Gaúcho - Teaser (“The Last Gaucho” is a six episode, docu-reality miniseries which reveals to the viewer the rough yet simple lifestyle of the Gauchos, their ancestral knowledge and understanding of nature on a free spirited culture. "O Último Gaúcho" é o sexto episódio, documentário real minissérie que revela ao espectador o estilo de vida simples ainda grosseira dos Gaúchos, seu conhecimento ancestral e compreensão da natureza em uma cultura de espírito livre).

Original:
+ NUNO GORE Mas tem coisa nova por vir, pois o Cineasta Francês Jean Philippe Desbordes, iniciou em dezembro do ano passado(2015) as gravações para seu novo trabalho que terá como foco o "Gaúcho" e o "Movimento O Sul é o Meu País"(...)
Veja no link:
Veja mais vídeos https://youtu.be/1QmcxHVf2V8 - Total de Compartilhamentos* (Share*): 228*



A tribute to the Argentine Patagonia Gaucho, legendary character but still very present in Hispanic culture. The movie tells the traditional annual meeting in Estancia Condor, the largest sheep in southern Patagonia. If the cowboy in North America appears only in Hollywood movies, in Patagonia the gaucho is still considered a true national hero, as described in the poem Martín Fierro by Jose Hernandez.

In Italy we have a similar figure too: the "buttero", the shepherd that rides the typical horse of the Maremma area...but this is another story that soon we will tell you about.
Terranova Channel thanks El Rural: with this video Terranova Channel starts an important collaboration with the Argentinean channel dedicated to the agro-nutrition sector.
La cultura gauchesca o cultura gaucha, es el conjunto de saberes, artes, herramientas, gastronomía, tradiciones y costumbres que tienen como referente al gaucho.
Geográficamente, la misma se encuentra extendida por una región de Sudamérica que abarca gran parte del territorio de Argentina y Uruguay y el estado de Río Grande del Sur al sur de Brasil, donde es denominada como cultura gaúcha (fonet. ga'u.ʃa).



La cultura gauchesca ha dado lugar a estilos y formas de expresión muy definidas en la música, la literatura (literatura gauchesca) y el teatro. Algunos de sus componentes principales están relacionados con la importancia de la vida rural de llanura, el caballo, la guitarra, el mate y la carne vacuna, así como los valores de la solidaridad, la lealtad, la hospitalidad y la valentía.
Aparecido en el siglo XVI, durante la colonización de España y Portugal de esas regiones, adquirió identidad propia a partir del tipo especial de trabajo rural ganadero que se desarrolló allí, debido a la multiplicación de los animales vacunos en estado salvaje, hecho que permitió un amplio grado de libertad para esos trabajadores.y desaparecido a fines del siglo XIX.
La cultura rural gauchesca. El caballo. La carne vacuna. El cuero. La guitarra. La soledad. La vivienda (por ejemplo el rancho). La familia. La estancia. El trabajo. El facón.
Toda indumentaria de gaucho usualmente es llamada pilcha (tal palabra de origen indígena luego lunfardo): la vestimenta típica del gaucho tiene la impronta de la de los jinetes andaluces a la que suma un poncho, un facón (cuchillo de gran tamaño), un rebenque o talero y pantalones amplios que no son los actuales del hombre de campo, que se llaman bombachas, sino unos pantalones tipo pijama, llamados calzoncillos, sueltos abajo, que sostenidos con un cinturón con una faja de lana tejida y un ancho cinturón de cuero adornado a veces con monedas, quedan por debajo del "chiripá", lienzo atado a la cintura como un pañal, una de cuyas funciones era proteger del frío (el frío fue llamado muchas veces con la palabra quechua del mismo significado: "chiri"). El poncho, el chiripá y el mismo hábito de tomar mate, fueron tomados del "indio"; también de ellos tomó el gaucho una de sus más singulares armas: las boleadoras. El sombrero del gaucho era o bien el "chambergo" (sombrero alar), o bien el sombrero de panza de burro (un recorte circular de la panza de un burro que se ataba a un poste y se dejaba secar adquiriendo entonces la forma apropiada).
Gaucho argentino (c. 1868).



La guitarra y el chambergo eran herencia de los conquistadores españoles. El gaucho solía montar con las llamadas "botas de potro", que no tenían tacones y eran abiertas en las puntas, de modo que los dedos de los pies quedaban descubiertos. Otro elemento típico de la indumentaria del gaucho son sus cinturones, los más conspicuos son llamados rastras y consisten en cinturones anchos de cuero blanco graneado, trabajado con alumbre. En los siglos XVII y XIX complementaban estas vestimentas cubriédose la entrepierna con una lienzo a modo de pantalón recogido en la cintura llamado chiripá, al parecer originario del litoral argentino, que era sostenido con la rastra que se prendía con presillas diversas, a veces de metal de plata. De acuerdo con su condición económica o laboral, este adorno solía tener características lujosas, incluso con incrustaciones de monedas o figuras de plata y oro. Se cubrían el torso con el poncho , prenda originaria del norte argentino, muy común también en otras zonas de América, solían apreciarse los ponchos de vicuña muy abrigados y livianos, los "ponchos pampas" (prácticamente impermebales a la lluvia), los "ponchos calamacos" tejidos, los rojos ponchos salteños, los ponchos marrones tejidos con pelo de panza de chulengo (guanaco), al poncho de uso habitual y desgastado se le llamaba en ciertas zonas "poncho soró". Las posteriores botas de cuero curtido y con tacones era un bien caro, aunque la mayoría de los gauchos ahorraba dinero para obtenerlas y lucirlas en fietas patronales, patrias y en las danzas. A fines del siglo XIX las botas solían ser llamadas "botines patrios" por los soldados. Se acompañan con espuelas.

O show Pedro Ortaça em toledo 07052011-02.MP4 - Guitarreiro do Pedro Ortaça,, Luiz a dos Santos (uruguaio) tocando com o violão mod ignacio fleta,,,feito pelo luthier Edson Luiz Goettems,, violão é de propriedade de Paulo merisio

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

O Gaúcho sempre teve a fama de ser muito politizado. E essa fama se reflete, inclusive, na nossa cultura. Abaixo, um poema do tradicionalista e cantor nativo João de Almeida Neto. Chama-se O MEU PAÍS e pode ser ouvida no you tube João de Almeida Neto o meu país... Andei lendo na Web/Internet por: Luiz Carlos P. O. - Um país que crianças elimina; E não ouve o clamor dos esquecidos; Onde nunca os humildes são ouvidos; E uma elite sem Deus é que domina; Que permite um estupro em cada esquina; E a certeza da dúvida infeliz; Onde quem tem razão passa a servis; E maltratam o negro e a mulher; Pode ser o país de quem quiser; Mas não é, com certeza, o meu país. Um país onde as leis são descartáveis; Por ausência de códigos corretos; Com noventa milhões de analfabetos; E multidão maior de miseráveis; Um país onde os homens confiáveis não têm voz, Não têm vez, Nem diretriz; Mas corruptos têm voz, Têm vez, Têm bis, E o respaldo de um estímulo incomum; Pode ser o país de qualquer um; Mas não é, com certeza, o meu país. Um país que os seus índios discrimina; E a Ciência e a Arte não respeita; Um país que ainda morre de maleita, por atraso geral da Medicina; Um país onde a Escola não ensina; E o Hospital não dispõe de Raios X; Onde o povo da vila só é feliz; Quando tem água de chuva e luz de sol; Pode ser o país do futebol; Mas não é, com certeza, o meu país! Um país que é doente; Não se cura; Quer ficar sempre no terceiro mundo; Que do poço fatal chegou ao fundo; Sem saber emergir da noite escura; Um país que perdeu a compostura; Atendendo a políticos sutis; Que dividem o Brasil em mil brasis; Para melhor assaltar, de ponta a ponta; Pode ser um país de faz de conta; Mas não é, com certeza, o meu país! Um país que perdeu a identidade; Sepultou o idioma Português; Aprendeu a falar pornô e Inglês; Aderindo à global vulgaridade; Um país que não tem capacidade; De saber o que pensa e o que diz; E não sabe curar a cicatriz; Desse povo tão bom que vive mal; Pode ser o país do carnaval; Mas não é, com certeza, o meu país! *João de Almeida Neto, nascido na localidade do Toro Passo (Uruguaiana) em 23 de novembro de 1956 é um músico gaúcho de música nativista.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Querência amada - Vitória Josende

Querência amada - Vitória Josende

As Estatísticas do relatório da Equipe ShinyStat que recebi por e-mail, vejam a média de visitas no período abaixo discriminado...

relatório semanal


Weekly conta Relatório: charlesnetto
Descrição do Site: INTERNETCHÊ !!!!
URL: internetche.blogspot.com/
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