Como o linguajar dos Gaúchos de todas as Querências mesmo as que ultrapassam as fronteiras deste torrão gaúcho do meu amado Rio grande do Sul!
sábado, 7 de maio de 2016
Uma entre tantas das Tradições Gaúchas: Vejam o fogo de chão centenário... Mantida acesa desde os tempos da Revolução Farroupilha, a chama é alimentada há mais de 150 anos, na Fazenda Boqueirão, no município de São Sepé (RS). Que fica mais ou menos uns 300 (Km) quilômetros de Porto Alegre, RS da Capital dos Gaúchos... E ainda - Do túnel do tempo: No Pampa gelado, a movimentação dos peões começa antes mesmo do nascer do sol. O vento que ajudou a moldar a paisagem da região, moldou também o jeito e os hábitos da população. E este vídeo é uma homenagem ao povo gaúcho que cultua a tradição e mantém os mesmos ideais de justiça e liberdade, que foram demonstrados ao Brasil inteiro através das inúmeras batalhas travadas pelos heróis farroupilhas. Bem assim - "Me Comparando ao Rio Grande" por Os Farrapos ( • )
sábado, 23 de abril de 2016
Você já ouviu o Ronco do Amargo?
Você já ouviu o Ronco do Amargo? Se ainda não escutou você não perde por esperar é só continuar assistindo até o final vídeo!
Em que eu vou descrevendo passo a passo em uma falar bem dizendo bem assim: Para se tomar um bom "Chimarão" - Mate Amargo como bem dizem por aqui os Gaúchos tem que se tomando aos poucos (sorvendo) a água quente que é adicionada na erva-mate (Ilex paraguariensis) até ocupar todo o espaço vazio que fica existente no ato do preparo quando é adiciona dentro da cuia de porongo ou Cabaça (do árabe kara bassasa, "abóbora lustrosa") como se conhece ser também o porongo ou poranga (do quíchua - poronco) onde através de uma Haste oca ou canudo de metal chamada de "Bomba de Chimarrão ou chimarrear por onde passa o chimarrão feito um chá verde e amargo de sabor sem igual e incomparável e ímpar de tão bom que é depois de um certo tempo haver se misturado em seu interior a erva mate e a água bem quente que havia sido adicionada. Portando deve-se sim seguir a última etapa que é uma das mais principais ou seja de tomar-se (sorver-se) até o último gole ou última gota fazendo assim quando absorvido e chupado bem forte até fazer um ou mais barulhos repetidas vezes completando-se esta fase final conhecida ou chamada por todos como o "Ronco do Amargo" ou mesmo o ronco do chimarrão e pode-se dessa forma entregar a cuia para quem lhe serviu e o outro próximo que irá tomar seguindo o mesmo procedimento ou processo sendo deste jeito seguido rigorosamente esta tradição desde os tempos de antigamente que fora aprendida com os índios Tupi/Guaranis que tinham esse hábito quando o homem branco aqui chegou...
Faço a indicação de mais interesse em aprofundar o assunto desses escritos a seguir: ... Foi pelo contato do homem branco com os índios que o costume de beber mate se propagou. Essa interação também explica a origem de algumas palavras. Do guarani surgiram expressões como congonha (de caá, depois congoin [em tupi], que significa erva-mate, mato); cuia (de caigua); carijo (de cari, local onde se colocam os galhos da erva para secar ao calor do fogo) e tererê (do guarani jacubi, que era mate de água fria). Do tupi surgiu a palavra barbaquá (buraco onde a erva era colocada para secagem). Do quíchua foi herdado o nome mate (era mati, porongo onde colocavam a erva para beber).
No Link abaixo...
domingo, 27 de março de 2016
terça-feira, 22 de março de 2016
Essa Política de "Bananas" tenta fazer eu desaprender tudo que havia aprendido ao longo dos meus mais de 50 anos em que certos Políticos e alguns de seus familiares usam um linguajar "chulo" em nível surpreende até para aqueles que costumam falar em uma linguagem de "senso comum" mesmo coloquial e não formal. E só espero que os tais pseudos intelectuais não se utilizem disso para o próximo tema da (Redação do ENEM), pois ai sim seria querer fazer muita "Churumela" para o meu gosto! Lembrando-se sempre do que dizem alguns poucos bem assim: Devemos sempre elevar o nível do assunto e nunca baixar-se ao nível deles, não é mesmo?
sábado, 19 de março de 2016
Se o "PROBREMA" é Papel?... É olha O ''BESSIAS'' Por BAGUAL #Gaudêncio pelo Facebook Via (Cris Pereira) ... TÁÁÁ LOOOCO! Será que: Pé deu 50% dos fãs mesmo... E eu nao moro tao cedo kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
O ''BESSIAS''Por BAGUAL #Gaudêncio (Cris Pereira) ... TÁÁÁ LOOOCO!
Publicado por Cris Pereira em Sábado, 19 de março de 2016
segunda-feira, 7 de março de 2016
Um Canto aos Avós - Autoria de Apparicio Silva Rillo (Momento Poético e Tradicionalista Gaúcho)... Poema de Aparício silva Rillo, na interpretação de Marco Aurélio Campos, Coletânea de fotos históricas do município de Arroio Grande,RS,Brasil,pertencentes ao grupo: DEFENSORES DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E CULTURAL DE ARROIO GRANDE.
Os avós eram de carne e osso.
Tomavam mate, comiam carne com farinha,
campereavam.
Sopravam a chama dos lampiões, dormiam cedo.
Os avós tinham braços e pernas e cabeça
(olhai os seus retratos nas molduras).
Laçavam de todo o laço, amanuseavam potros,
fumavam grossos palheiros de bom fumo
e amavam seus cavalos que rompiam ventos
e bandeavam arroios como um barco ágil.
Usavam lenços sob a barba espessa
e o barbicacho lhes prendia ao queixo
sombreiros negros para a chuva e sóis.
Palas de seda para as soalheiras,
ponchos de lá quando a invernia vinha.
Tinham impérios de flechilha e trevo
e famílias de bois no seu império.
E eram marcas de fogo os seus brasões.
Charlavam de potreadas e mulheres,
de episódios de adaga contra adaga,
do tempo, das doenças, das mercâncias
de gado gordo para os saladeiros.
Tinham homens a seu mando, os avós.
No quartel rude dos galpões campeiros
- enseivados de mate e carne gorda -
os empíricos soldados madrugavam
na luz das labaredas de espinilho
que era sempre o primeiro sol de cada dia.
Honravam os avós a cor dos lenços:
- a seda branca dos republicanos,
o colorado dos federalistas.
E morriam por eles, se preciso,
- coronéis de milícias bombachudas
acordando tambores nos varzedos
no bate casco das cavalarias.
Nas largas camas de cambraias alvas
vestindo o corpo da mulher mocita,
juntavam carnes no silêncio escuro
pautado por suspiros que morriam
no contraponto musical dos grilos...
Os avós eram de carne e osso.
Tinham braços e pernas e cabeça,
artérias, nervos, coração e alma.
Humanos como nós, os velhos tauras,
mas de bronze e de ferro nos parecem
esses campeiros que fizeram história.
Estátuas vivas de perenidade
nos pedestais do tempo e da memória.
LETRA:
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
A Origem do nosso uso do termo “TCHÊ” do Gaúchos...
“Há quem goze de nosso uso do termo “TCHÊ”, ache até chulo-grosseiro este linguajar. Se soubessem a sua origem, aí abaixo relatada, talvez mudassem sua opinião.”
Sotaques e regionalismos na hora de falar são conhecidos desde os tempos de Jesus. Todos na casa do sumo sacerdote reconheceram Pedro como discípulo de Jesus pelo seu jeito "Galileu" de se expressar.
No Brasil também existem muitos regionalismos. Quem já não ouviu um gaúcho dizer: "Barbaridade, Tchê"? Ou de modo mais abreviado "bah, Tchê"?
Essa expressão, própria dos irmãos do sul, tem um significado muito curioso.
Para conhecê-lo, é preciso falar um pouquinho do espanhol, dos quais os gaúchos herdaram seu "Tchê".
Há muitos anos, antes da descoberta do Brasil, o latim marcava acentuada presença nas línguas européias como o francês, espanhol e o português. Além disso o fervor religioso era muito grande entre a população mais simples.
Por essa razão, a linguagem falada no dia, era dominada por expressões religiosas como: "vá com Deus", "queira Deus que isso aconteça", "juro pelo céu que estou falando a verdade" e assim por diante.
Uma forma comum das pessoas se referirem a outra era usando interjeições também religiosas como: "Ô criatura de Deus, por que você fez isso"? Ou "menino do céu, onde você pensa que vai"? Muita gente especialmente no interior ainda fala desse jeito.
Os espanhóis preferiam abreviar algumas dessas interjeições e, ao invés de exclamar "gente do céu", falavam apenas Che! (se lê Tchê) que era uma abreviatura da palavra caelestis (se lê tchelestis) e significa do céu. Eles usavam essa expressão para expressar espanto, admiração, susto. Era talvez uma forma de apelar a Deus na hora do sufoco. Mas também serviam dela para chamar pessoas ou animais.
Com a descoberta da América, os espanhóis trouxeram essa expressão para as colônias latino-americanas. Aí os Gaúchos, que eram vizinhos dos argentinos e uruguaios acabaram importando para a sua forma de falar.
Portanto exclamar "Tchê" ao se referir a alguém significa considerá-lo alguém "do céu". Que bom seria se todos nos tratássemos assim. Considerando uns aos outros como gente do céu.
Um abraço, Tchê!(Via Facebook da página de Lu Barcelos H. E Cleusa Theresinha M.)...
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