Como o linguajar dos Gaúchos de todas as Querências mesmo as que ultrapassam as fronteiras deste torrão gaúcho do meu amado Rio grande do Sul!
quinta-feira, 16 de julho de 2015
domingo, 5 de julho de 2015
Sobre Armas e Gaúchos - José Fighera Salgado

Música Gaúcha Pró-Armas
Letra, música, voz e violões: José Fighera Salgado
SOBRE ARMAS E GAÚCHOS
José Fighera Salgado
Esta milonga crioula
De campechano compasso
Com a força de um manotaço
E a fúria de uma trovoada
Trata da vil empreitada
De uns tipos de outros lados
Que vieram alvoroçados
Com o propósito insano
De retirar do pampeano
O direito de andar armado
O xucro povo sulino
Se criou nos entreveiros
Peleando com caborteiros
De perfis abagualados
E os berros engatilhados
Sempre mostraram sua fala
Entre a trincheira e a vala
Nos cerros e descampados
O Rio Grande foi desenhado
Com um nagão cuspindo bala
Por isso as armas de fogo
Estão no cerne da pampa
Sempre compondo a estampa
Tanto ontem como agora
Igual a estrela da espora
Para amansar aporreados
O 38 é sagrado
Pra salvar o proprio couro
Do guapo gaúcho touro
Bravo, xucro e despachado
Mas nos longínquos palácios
Do poderio centralista
Sob a influencia oportunista
De vários interessados
Burocratas, deputados
E uma tropa de doutores
Fizeram-se executores
Do mais maleva instrumento
A lei do desarmamento
O trunfo dos ditadores
O estatuto maquinado
No intuito de desarmar
Começou a prosperar
Com uma campanha embusteira
E a nossa gente altaneira
Das armas foi apartada
Na traiçoeira emboscada
Da engenharia social
E a nova trampa global
Pelas leis sendo implantada
Os argumentos furados
E estatísticas forjadas
Valem menos do que nada
Pra os rumos da humanidade
Não há superior verdade
Do que a importância da vida
E ela só é defendida
Com eficácia elevada
Por uma mão bem armada
E uma mente esclarecida
Só alguém muito confuso
Acha bom não ter a chance
De, com uma arma ao alcance
Evitar sua injusta morte
Não se conta só com a sorte
Frente a perversos bandidos
Que não ficam comovidos
Ao trucidar inocentes
E só um povo decadente
Afaga seus inimigos
O homem sério não quer ver
Sua morada invadida
E suas filhas queridas
Mortas após violentadas
A esposa sendo abusada
E assassinada em sua frente
Mas é certo e evidente
Que sem arma e munição
Resta a ele a condição
De escravo dos delinquentes
Não adiantam propagandas
Com ricas celebridades
Nem teses de faculdade
Fundamentando o cinismo
As farsas do pacifismo
Não vão mudar nossa essência
O povo desta querência
Das armas, sabe a importância
Pois nas piores circunstâncias
Garantiram sobrevivência
Não nos dobram com falácias
Vitimismo, enganação
Panfletos de empulhação
Muito menos choradeira
A pampa é pátria guerreira
Mãe de legiões peleadoras
E esta campanha impostora
Zomba da história gaúcha
Feita a tiro de garrucha
Nas auroras precursoras
Mas os tauras macanudos
Deste Rio Grande machaço
Discordam dos canetaços
Da vermelha tirania
Pois com chumbo e valentia
Sempre aguentamos repuxo
E neste pago sem luxo
De imponente identidade
As armas e a liberdade
Falquejaram o gaúcho.
ACREDITEM: Eu Encontrei por lá até "Cachorro Quente" (literalmente) mesmo quando o FRIO estava de "RENGUEAR CUSCO" BEM: Neste Domingo de 05/07/2015 ensolarado e frio encontrei não apenas uma porteira aberta, mas também uma janela onde pude rever um Grande Amigo e fazer novos amigos em um dos lugares mais lindos deste "TORRÃO GAÚCHO" que fica lá no "PIQUETE RINCÃO DO PATRÃO VÉIO" bem onde a Cultura Gaúcha é levada a sério e tem também Hotelaria em Comodato de Equino onde é pago somente a Manutenção do Cavalo, onde se reúnem todos os finais de semana aqueles que Honram e cultuam as tradições Gaúchas, conforme meus registro em fotos que fiz...
domingo, 21 de junho de 2015
Viu só o: Primeiro Chimarrão nesta 1ª Noite de Inverno que se inicia, pois realmente esta estação teve se iniciado oficialmente bem às 13: 00 hs e 38 minutos deste dia 21 de junho de 2015 "domingo" aqui na Capital do Gaúchos... Ele chega parecer que da um sorriso para gente na hora que se vai tomar esse amargo...
domingo, 31 de maio de 2015
terça-feira, 26 de maio de 2015
Luiz Marenco - Senhor das Manhãs de Maio (Live)
Meu galpão de alma tranquila ressucita todo dia
Cada vez que o sol destapa sua silhueta sombria
E desenha cinamomos na minha querência vazia
Senhor das manhãs de maio ceva este mate pra mim
Que eu venho a tempos de lua minguando os sonhos assim
Os que eu posso sonho aos poucos os que eu não posso dou fim
{Silêncio quando posso quando quero sou estrada
Divido as coisas do tempo bem antes da madrugada
Numa prece que bem lembro refaço minhas orações
Pai nosso que estais no céu precisai vir aos galpões}
No descaso dos galpões solito quando me vejo
É que se achega a saudade com seus olhos de desejo
Pondo estrelas madrugueiras neste céu de picumã
Parecendo que se adentra pra contemplar minha manhã
Meus sonhos tomei pra vida pra minha rédea ao meu gosto
Pras dores da minha alma se ela cruzar este agosto
Por favor senhor dos mates não deixe a manhã tão triste
Mateia junto comigo que eu sei que tu ainda existe
{Silencio quando posso quando quero sou estrada
Divido as coisas do tempo bem antes da madrugada
Numa prece que bem lembro refaço minhas orações
Pai nosso que estais no céu precisai vir aos galpões
Pai nosso que estais no céu precisai vir aos galpões.}
Cada vez que o sol destapa sua silhueta sombria
E desenha cinamomos na minha querência vazia
Senhor das manhãs de maio ceva este mate pra mim
Que eu venho a tempos de lua minguando os sonhos assim
Os que eu posso sonho aos poucos os que eu não posso dou fim
{Silêncio quando posso quando quero sou estrada
Divido as coisas do tempo bem antes da madrugada
Numa prece que bem lembro refaço minhas orações
Pai nosso que estais no céu precisai vir aos galpões}
No descaso dos galpões solito quando me vejo
É que se achega a saudade com seus olhos de desejo
Pondo estrelas madrugueiras neste céu de picumã
Parecendo que se adentra pra contemplar minha manhã
Meus sonhos tomei pra vida pra minha rédea ao meu gosto
Pras dores da minha alma se ela cruzar este agosto
Por favor senhor dos mates não deixe a manhã tão triste
Mateia junto comigo que eu sei que tu ainda existe
{Silencio quando posso quando quero sou estrada
Divido as coisas do tempo bem antes da madrugada
Numa prece que bem lembro refaço minhas orações
Pai nosso que estais no céu precisai vir aos galpões
Pai nosso que estais no céu precisai vir aos galpões.}
Música"Senhor Das Manhãs De Maio (Live)" por Luiz Marenco
A calma do tarumã, ganhou sombra mais copada
Pela várzea espichada com o sol da tarde caindo
Um pañuelo maragato se abriu no horizonte
Trazendo um novo reponte, prá um fim-de-tarde bem lindo
Daí um verso de campo se chegou da campereada
No lombo de uma gateada frente aberta de respeito
Desencilhou na ramada, já cansado das lonjuras
Mas estampando a figura, campeira, bem do seu jeito
Cevou um mate pura-folha, jujado de maçanilha
E um ventito da coxilha trouxe coplas entre as asas
Prá querência galponeira, onde o verso é mais caseiro
Templado a luz de candeeiro e um "quarto gordo nas brasa"
A mansidão da campanha traz saudade feito açoite
Com olhos negros de noite que ela mesma querenciou
E o verso que tinha sonhos prá rondar na madrugada
Deixou a cancela encostada e a tropa se desgarrou
E o verso sonhou ser várzea com sombra de tarumã
Ser um galo prás manhãs, ou um gateado prá encilha
Sonhou com os olhos da prenda vestidos de primavera
Adormecidos na espera do sol pontear na coxilha
Ficaram arreios suados e o silêncio de esporas
Um cerne com cor de aurora queimando em fogo de chão
Uma cuia e uma bomba recostada na cambona
E uma saudade redomona pelos cantos do galpão
Música "Quando o Verso Vem Pras Casa" por Gujo Teixeira, Luiz Marenco, Jari Terres, Gujo Teixeira, Luiz Marenco, Jari Terres
Música "Quando o Verso Vem Pras Casa" por Gujo Teixeira, Luiz Marenco, Jari Terres, Gujo Teixeira, Luiz Marenco, Jari Terres
Paixão Côrtes (emocionante) - Hino ao Rio Grande
Paixão Côrtes, esta lenda viva do Rio Grande, acompanhado de Borguetinho, se apresentando no Galpão Crioulo. https://www.youtube.com/watch?v=cAoC814FhdY
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